Onde comer o tradicional pastel de bacalhau em Lisboa

Uma viagem para Portugal não tem como não ser gastronômica. São tantas comidas típicas e deliciosas que é impossível não passar o dia inteiro comendo e experimentando coisa nova. Tem o pastel de nata, as sardinhas, o bacalhau e, é claro, o pastel de bacalhau.

Praticamente qualquer restaurante português por lá vai servir pasteis de bacalhau, mas naturalmente não são todos ótimos. Eu por exemplo experimentei um no Pastéis de Belém que estava bem mais ou menos. Depois de uma intensa pesquisa antes de ir cheguei à conclusão de que um bom lugar para se comer o tradicional pastel de bacalhau em Lisboa seria na Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau.

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A especialidade deles é só essa e é a única comida vendida por lá. O diferencial deles é que além do pastel ser super fresquinho e quentinho ele vem com tradicional queijo português feito com leite de ovelha, Serra da Estrela.

Quem for para Lisboa não pode deixar de ir experimentar. Na cidade eles possuem duas unidades, uma na Rua Augusta e outra dentro do Museu da Cerveja. O pastel custa 3,50 euros, o que muitas pessoas dizem ser bastante caro para um pastel de bacalhau em Portugal, mas achei bem justo.

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Hostel em Praga ao lado do Castelo

Praga foi uma das melhores surpresas que tive no meu “mochilão” pela Europa. Não esperava tanto da cidade, mas fiquei encantada com tudo. Além de ser linda e fácil de locomover a cidade é muito barata. Desde a comida até hospedagem foi onde menos gastei durante todo o mês que viajei.

Fiquei em um hostel, mas hoje penso que poderia ter ficado em um hotel justamente por causa do preço, que seria bem em conta, além de ser melhor para descansar já que um mês inteiro dividindo quarto não é assim tão fácil. Apesar disso o hostel que fiquei foi bem legal e é uma boa recomendação para quem vai para a cidade.

A capital da República Tcheca é divida em distritos do 1 até o 22. O 1 é a área mais conhecida e turística, praticamente inteira tombada como Patrimônio Mundial e perto de todas as atrações, podendo fazer tudo a pé.

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Vista da rua Nerudova onde está o hostel no bairro Malá Strana em Praga.

Hostel em Praga ao lado do Castelo

O Arcapay Backpackers Hostel foi onde fiquei. Está em um edifício antigo (mas com elevador) e tem um terraço lindo, localizado em Malá Strana, um dos mais importantes bairros históricos da cidade e muito charmoso. Logo atrás do hostel está o Castelo de Praga, o ponto turístico mais famoso da cidade e a Charles Bridge está há menos de 1 km de distância.

O hostel fica em uma das áreas mais altas da cidade e por as ruas serem bem estreitas e históricas não se pode passar ônibus e nem tram (tipo um bondinho), sendo assim, a subida da rua do hostel que é bem íngreme tem que ser feita a pé ou de táxi, então é bom se programar caso este seja um empecilho. O ponto de tram mais perto fica a 500 metros.

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Um dos quartos. Foto: Reprodução.

O Arpacay Backpackers Hostel é bem arrumadinho, limpo, os quartos são amplos, tem elevador, cozinha de uso comum e wifi grátis. Além de um café da manhã excelente por apenas 3 euros e uma vista incrível da cidade.

O centro histórico de Praga, onde estão os famosos “Relógio Astronômico” e a imponente “Igreja de Nossa Senhora antes de Týn” fica a 15 minutos a pé do hostel.

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A Praça da Cidade Velha com a Igreja de Nossa Senhora de Týn ao fundo.

Para reservar com cancelamento gratuito pelo Booking o link é esse.

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A maioria das pessoas inclui em um mesmo roteiro as cidades de Praga e Viena pela sua proximidade e, como muitos costumam fazer, realizam a rota de trem. Durante meu “mochilão” pela Europa queria gastar o mínimo possível com transporte e sair do comum de “comprar um ticket de trem para um mês” e usar. Justamente pela proximidade das cidades que escolhi no leste europeu decidi fazer todas essas rotas de ônibus por ser mais barato e não demorar tanto tempo a mais que de trem.

O trajeto entre as cidades é de quatro horas e dentre as empresas que fazem a rota escolhi a Student Agency pelo custo benefício e pelo horário de saída. O ônibus saiu às 9:30 da manhã de Praga da estação de ônibus UAN Florenc  e chegou às 13:45 na estação Stadion Center em Viena. Ambas estações de ônibus possuem também uma estação de metrô o que facilitou muito.

 

O preço da rota varia muito, mas é sempre muito mais barato que o trem, por volta de 15 euros por ticket (só ida). Me surpreendi muito positivamente pelo conforto do ônibus que tinha wifi grátis; televisão com filmes, séries, músicas, canais de tv e mapa;  café e cappuccino grátis; poltronas de couro reclináveis e banheiro.

Pelo preço que paguei achei que foi muito bom, uma das melhores viagens de ônibus que fiz durante esse meu mês pela Europa. Além da Student Agency existem outras companhias que também fazem, mas a minha experiência foi muito boa.

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Sachsenhausen, campo de concentração perto de Berlim

Já falei aqui algumas vezes sobre o quanto sou interessada pela história da Segunda Guerra Mundial. Em todas minhas viagens pela Europa procuro visitar museus, seja onde for, para saber um pouquinho mais sobre a Guerra, além de ler livros e ver filmes que contam mais sobre o assunto. Visitar um campo de concentração estava na minha listinha há um tempo e quando decidi que iria para a Alemanha decidi que iria também para algum campo.

Os mais conhecidos, Auschwitz e Treblinka foram campos de extermínio, portanto precisavam ficar longe das principais cidades, já que as pessoas não poderiam saber do que ocorria lá de fato. Como eu só iria para Berlim sabia que teria que visitar algum campo mais próximo e o mais famoso próximo da capital da Alemanha é o Museu e Memorial Sachsenhausen.

Sachsenhausen, campo de concentração perto de Berlim

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Como ir de Berlim para Sachsenhausen:

O campo fica bem próximo de Berlim, aproximadamente 45 minutos de trem (S-Bahn) até Oranienburg. Você vai chegar no centro de uma cidadezinha do interior muito simpática e a quantidade de turistas por lá é, obviamente, enorme. É até difícil se perder, mas após chegar em Oranienburg logo na frente da estação de trem tem um ponto de ônibus onde é possível pegar o 804 até Gedenkstätte (parada do Sachsenhausen) ou caminhar, que foi a opção que escolhi. No dia que fui o ônibus demorou muito e eu e mais um grupo de umas cem pessoas que estavam por lá fomos andando e demorou mais ou menos 25 minutos. O ticket do S-Bahn custa 3 euros e do ônibus 1,40 euros.

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A entrada para o campo e o museu é gratuita, mas aconselho alugar um audioguide por 3 euros que com certeza fez muita diferença por ser muito explicativo e deixar tudo mais claro. O mapa também é essencial para entender todo o campo que é bem grande.

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Depois de passar da entrada que é onde deixamos as bolsas em lockers e alugamos o audioguide tem um caminho para a entrada do campo e a experiência começa ali, vendo todas aquelas imagens, depoimentos e frases nos muros. Ao chegar na entrada do campo de fato vemos um portão de ferro entreaberto com a famosa frase “Arbeit Macht Frei” (O trabalho liberta) que existia em todos os campos.

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O campo é muito grande e dividido em várias “alas”, todas muito preservadas que nos dá uma noção ampla de como era a estrutura do Sachsenhausen.

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Vários itens dos prisioneiros do Campo estão no museu.

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Foi uma das experiências mais impactantes e chocantes que já vivi. A energia de um campo de concentração é tão pesada que dá para sentir. É impossível não se emocionar e não se sentir mal, mas é muito interessante e ver com os próprios olhos nos sensibiliza mais para o mundo. Quem tiver a oportunidade não pode deixar de ir.

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Memorial and Museum Sachsenhausen

Endereço: Strasse der Nationen 22, 16515 Oranienburg

Funciona todos os dias de 8:30 às 16:30

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Sigo minha busca pelo gelato perfeito ao redor do mundo. Aqui no blog já tem post do melhor gelato de Budapeste e do melhor gelato de Milão, agora é a vez do melhor gelato de Portugal. Digo de Portugal por que a gelateria existe em mais de uma cidade, mais especificamente em Lisboa, no Porto, em Cascais, em João do Estoril e em Carcavelos. Estou falando da Gelataria Santini que produz gelados, como se diz em Portugal, desde 1949 e é super tradicional desde então.

Eu já sabia da fama da Santini, portanto queria experimentar e anotei o endereço e fui. Em Lisboa a Santini fica no Chiado, o bairro chique e cheio de lojas da cidade, portanto está sempre cheia de turistas.

Tudo muito artesanal e com sabores originais, o gelado da Santini é maravilhoso e vale uma visita por quem passar por alguma dessas cidades, seja no inverno ou no verão. É de fato o melhor gelato de Portugal!

Todos os endereços estão aqui no site deles.

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Esse foi o meu gelado. Caramelo salgado, baunilha e marabuta, o sabor “flocos” em Portugal.

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