The Cloisters, o museu do MET em um castelo medieval

O The Met é um grupo de três museus em Nova York, são eles, o mais famoso, The Metropolitan Museum of Art, o The Met Breuer e também o The Cloisters. O The Cloisters é o menos conhecido por ficar bem distante da área central e mais turística de Manhattan.

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O The Cloisters é um museu de arte medieval localizado em um castelo incrível no Fort Tryon Park no norte de Manhattan. O museu possui mais de 2.000 peças medievais expostas em vários ambientes do castelo.

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Além do museu em si o castelo já é uma super atração e já vale a visita além de ter uma vista incrível para o Rio Hudson. O The Cloisters fica aberto todos os dias da semana e de Março a Outubro funciona de 10 às 17:15 e de Novembro a Fevereiro de 10 às 16:45.

Como chegar no The Cloisters 

A maneira mais fácil de chegar no museu é pegando a linha A (azul) Uptown em direção a Inwood e sair na 190th. De lá sair da estação pelo elevador e pegar o ônibus M4 que deixará na porta do The Cloisters ou andar na direção norte (a direita de quando sair da estação) pela Margaret Cobin Drive por aproximadamente 10 minutos.

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Assim como todos os museus do The Met o ingresso é “pay what you wish”, ou seja, você determina quanto pode pagar.

Endereço:

99 Margaret Corbin Drive
Fort Tryon Park
New York, NY 10040

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Cada vez mais estou dispensando me hospedar em hotéis tradicionais e ando optando por ficar em apart-hotéis ou apartamentos. Acho muito mais cômodo principalmente o fato de ter cozinha o que influenciou muito nessa minha tendência. Amo um supermercado e o fato de poder fazer meu café-da-manhã ou até mesmo uma refeição antes de dormir com maior praticidade vale muito a pena.

Apart-hotel em Lisboa

Em Portugal não foi diferente e em toda a viagem uma das melhores estadias que tive foi em Lisboa no The Lisbonaire Apartments.

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Fachada do The Lisbonaire Apartments.

O The Lisbonaire Apartments é um apart-hotel no centro de Lisboa com uma localização incrível. Pude fazer praticamente todos os passeios a pé e caso não quisesse andar possui uma estação de metrô (Restauradores – linha Azul) bem pertinho. Para a Praça do Comércio são menos de 15 minutos andando e no caminho estão diversas lojas e cafés legais.

Cada apartamento foi decorado e mobiliado por um designer convidado, portanto são diferentes uns dos outro, mas todos super modernos. Fiquei em um estúdio de dois andares para quatro pessoas com cozinha e tinha tudo que precisamos.

Fotos: Reprodução do site oficial do The Lisbonaire Apartments

Todas as fotos são de apartamentos diferentes, a decoração nunca é a mesma e os detalhes de cada um deles estão no site do The Lisbonaire Apartments.

Eles tem todo o conforto de um hotel e de um apartamento – cozinha, espaço, camareira, recepção que dá todo o auxílio e segurança, estacionamento (pago), wi-fi gratuito e uma academia. No verão no período de alta-temporada uma diário de um apartamento para 4 pessoas custa 170 euros  e para 2 pessoas 134 euros.

A reserva pode ser feita no Booking com cancelamento grátis e pagamento durante a estadia.

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LX Factory – antiga fábrica com lojas e restaurantes em Lisboa

Descobri em Lisboa uma cidade bem descolada, moderna e jovem. Não sabia muito bem o que esperar, mas a capital de Portugal me surpreendeu bastante. Reflexo desse ar moderno de Lisboa é o LX Factory uma antiga área industrial onde hoje funcionam várias lojinhas super originais, restaurantes, estúdio de tatuagem, galeria e exposições de arte, além de ser palco de vários festivais de música.

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É basicamente um lugar que junta arte, comida, compras e música em um espaço aberto super legal. No verão funciona uma feirinha com vários tipos de produtos, desde verduras e frutas até bolsas de couro sofisticadas.

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Na feirinha também é possível encontrar vários mini-brechós por preços minúsculos (comprei uma bolsa por 2 euros!!).

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O LX Factory fica no bairro de Alcântara logo abaixo da Ponte 25 de Abril. Todas as informações estão no site deles. Recomendo muito a visita, foi um dos passeios mais legais que fiz em Lisboa.

Uma das paredes do LX Factory.

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Roteiro de 3 dias em Viena

Sempre que vou fazer um roteiro para alguma cidade pesquiso bastante qual a quantidade de dias ideal para ver “tudo” que tem que ver. Sempre acontece de no último dia eu descobrir várias outras coisas para fazer e não ter mais tempo, mas é sempre uma boa desculpa para voltar. Com Viena não foi diferente. A cidade é muito tranquila de visitar. Tudo muito civilizado e boa parte do passeio turístico é possível fazer a pé ou com os metrôs e trams que funcionam super bem. Decidi que ficaria 3 dias por lá e este foi o meu roteiro dia-a-dia.

Roteiro de 3 dias em Viena

1° dia

Cheguei na cidade depois do almoço, então tive apenas a tarde/noite para passear. Comecei pelo centro de Viena visitando a Stephansdom (Catedral de Santo Estevão), a famosa catedral em estilo gótico com um “telhado” incrível. É possível subir na torre da Catedral para ter uma vista dessa parte da cidade. Atrás da Catedral está a famosa Casa de Mozart, que é uma das atrações da cidade.

A Catedral de Santo Estevão e seu famoso telhado.

A região de Santo Estevão é onde fica o comércio principal e é por lá que encontra-se lojas como Zara, Topshop, etc. Depois segui para o Complexo Hofburg, que tem jardins incríveis, restaurantes, cafés e um dos blocos do complexo é o MuseumsQuartier, um quarteirão só com museus. Pelo horário não pude visitar, mas já estava programado de voltar lá.

Detalhes do Palácio de Hofburg.

2° dia

Tirei o segundo dia para fazer coisas mais afastadas do centro da cidade. A primeira parada foi o Schloss (Castelo) Schönbrunn. Para chegar lá é só pegar o metrô U4 até a parada Schloss Schönbrunn. O preço do ingresso varia bastante, mas é a partir de €13,30 e os tipos de tour podem ser vistos no site deles. Depois segui para o Schloss Belvedere. Na estação Schönbrunn peguei a linha U1 cor vermelha e desci na estação de Sudtiroler Platz, De lá é só caminhar 5 minutos e chega no Belvedere. As opções de tickets também são variadas e tem todas as informações aqui, mas a visita completa de todo o castelo custa 20 euros para um adulto.

No Palácio de Schönbrunn.
Parte traseira do Palácio de Belvedere.

Em seguida fui para o Karlskirche, uma igreja barroca incrível que possui também um elevador panorâmico com vista para a cidade. Para chegar lá é só pegar o metrô: U1 ou U4 para Karlsplatz. Depois para o Wiener Konzerthaus, a casa de orquestra da cidade e depois para a famosa Vienna State Opera, onde é possível, também, fazer visitas guiadas no interior.

A Ópera de Viena.

3° dia

No terceiro dia comecei pelo MuseumsQuartier – complexo de museus – visitando o Kunsthistorisches Museum que é o Museu de História da Arte de Viena (metrô U2 ou U3 atéVolkstheater) e é incrível. Depois segui caminhando para o MUMOK, o Museu de Arte Moderna e Contemporânea que também vale muito a pena.

O interior do Kunsthistorisches Museum.

Do MUMOK segui caminhando para o Museu Albertina (metrô U1, U2 ou U4 atéKarlsplatz) que hoje considero como um dos meus museus preferidos no mundo e já até fiz um post dedicado só para ele aqui. Depois de dedicar algumas horas ao Albertina fui para o Rathaus um palácio incrível que hoje funciona a Prefeitura de Viena (metrô U2 até Rathaus). Quando fui estava acontecendo o Wiener Eistraum, um festival de inverno incrível que já falei sobre aqui.

A fachada do Museu Albertina.

Viena é uma cidade incrível e que pretendo com certeza voltar. Não visitei todos os pontos que pretendia como: Sigmund Freud Museum, a casa de Freud (metrô U2 atéSchotenor em seguida pegar o tram D até Schilickgasse), o Hundertwasserhaus (metrô U4 atéSchwedenplatz, depois tram N até Hetzgasse) que é um prédio super interessante com uma proposta arquitetônica muito legal. Além dessas também queria ter visitado a Donauturm uma torre de 252 metros de altura que é possível admirar a cidade inteira de Viena (programa melhor para o verão) e o Leopold Museun também no MuseumsQuartier, mas que estava fechado quando fui e tem obras incríveis de  Gustav Klimt.

Viena não é uma cidade grande, portanto praticamente todas essas atrações ficam bem perto umas das outras e podem ser feitas a pé.

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Uma viagem para Portugal não tem como não ser gastronômica. São tantas comidas típicas e deliciosas que é impossível não passar o dia inteiro comendo e experimentando coisa nova. Tem o pastel de nata, as sardinhas, o bacalhau e, é claro, o pastel de bacalhau.

Praticamente qualquer restaurante português por lá vai servir pasteis de bacalhau, mas naturalmente não são todos ótimos. Eu por exemplo experimentei um no Pastéis de Belém que estava bem mais ou menos. Depois de uma intensa pesquisa antes de ir cheguei à conclusão de que um bom lugar para se comer o tradicional pastel de bacalhau em Lisboa seria na Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau.

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A especialidade deles é só essa e é a única comida vendida por lá. O diferencial deles é que além do pastel ser super fresquinho e quentinho ele vem com tradicional queijo português feito com leite de ovelha, Serra da Estrela.

Quem for para Lisboa não pode deixar de ir experimentar. Na cidade eles possuem duas unidades, uma na Rua Augusta e outra dentro do Museu da Cerveja. O pastel custa 3,50 euros, o que muitas pessoas dizem ser bastante caro para um pastel de bacalhau em Portugal, mas achei bem justo.

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Hostel em Praga ao lado do Castelo

Praga foi uma das melhores surpresas que tive no meu “mochilão” pela Europa. Não esperava tanto da cidade, mas fiquei encantada com tudo. Além de ser linda e fácil de locomover a cidade é muito barata. Desde a comida até hospedagem foi onde menos gastei durante todo o mês que viajei.

Fiquei em um hostel, mas hoje penso que poderia ter ficado em um hotel justamente por causa do preço, que seria bem em conta, além de ser melhor para descansar já que um mês inteiro dividindo quarto não é assim tão fácil. Apesar disso o hostel que fiquei foi bem legal e é uma boa recomendação para quem vai para a cidade.

A capital da República Tcheca é divida em distritos do 1 até o 22. O 1 é a área mais conhecida e turística, praticamente inteira tombada como Patrimônio Mundial e perto de todas as atrações, podendo fazer tudo a pé.

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Vista da rua Nerudova onde está o hostel no bairro Malá Strana em Praga.

Hostel em Praga ao lado do Castelo

O Arcapay Backpackers Hostel foi onde fiquei. Está em um edifício antigo (mas com elevador) e tem um terraço lindo, localizado em Malá Strana, um dos mais importantes bairros históricos da cidade e muito charmoso. Logo atrás do hostel está o Castelo de Praga, o ponto turístico mais famoso da cidade e a Charles Bridge está há menos de 1 km de distância.

O hostel fica em uma das áreas mais altas da cidade e por as ruas serem bem estreitas e históricas não se pode passar ônibus e nem tram (tipo um bondinho), sendo assim, a subida da rua do hostel que é bem íngreme tem que ser feita a pé ou de táxi, então é bom se programar caso este seja um empecilho. O ponto de tram mais perto fica a 500 metros.

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Um dos quartos. Foto: Reprodução.

O Arpacay Backpackers Hostel é bem arrumadinho, limpo, os quartos são amplos, tem elevador, cozinha de uso comum e wifi grátis. Além de um café da manhã excelente por apenas 3 euros e uma vista incrível da cidade.

O centro histórico de Praga, onde estão os famosos “Relógio Astronômico” e a imponente “Igreja de Nossa Senhora antes de Týn” fica a 15 minutos a pé do hostel.

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A Praça da Cidade Velha com a Igreja de Nossa Senhora de Týn ao fundo.

Para reservar com cancelamento gratuito pelo Booking o link é esse.

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