Como ir do Aeroporto de Ezeiza para o Centro de Buenos Aires

Muitas pessoas quando vão comprar uma passagem para Buenos Aires não se atentam para o fato de que existem dois aeroportos muito distantes um do outro e isso pode ser um problema ou não. Normalmente os vôos mais baratos para a capital da Argentina é para o Aeroporto de Ezeiza (mais distante do centro da cidade) e os mais caros para o Aeroparque (mais próximo do centro da cidade).

Eu comprei o meu vôo para o Ezeiza, mas sabia que existia transporte fácil para sair de lá, portanto não vi como um problema, mas se a diferença do preço da passagem entre um aeroporto e outro não fosse tão grande eu optaria pelo Aeroparque por sua localização.

Bandeira argentina em frente ao monumento aos soldados mortos e, ao fundo, a Torre Monumental.

Como ir do Aeroporto de Ezeiza para o Centro de Buenos Aires

Depois de pesquisar muitas opções na internet o melhor custo benefício pra mim que estava sozinha foi ir e voltar do Aeroporto de Ezeiza para o centro de Buenos Aires com a companhia de transfer chamada Arbus.

Para este trajeto existem bastante opções e a empresa mais famosa se chama Tienda Lión. Após comparar os preços e os locais de partida, vi que o Arbus para mim seria melhor negócio. A diferença de preço entre as duas opções é de aproximadamente AR$30, mas o Arbus possui mais paradas o que facilitou muito para mim que ficaria na proximidade do MALBA. A duração do trajeto é de aproximadamente uma hora e meia, dependendo do trânsito que é bem intenso em certos momentos.

Preços

O Arbus custa AR$200 ida ou volta do Ezeiza e tem paradas como no Centro, no Retiro e no Alto Palermo e AR$75 ida ou volta do Aeroparque.

Como comprar

No aeroporto de Ezeiza assim que saímos da área de desembarque, logo no saguão, existe vários quiosques de diferentes empresas. A Arbus está logo na saída e é bem visível. Ao comprar o vendedor explica o trajeto e você decide aonde será mais perto para você descer. É possível também comprar pelo site da empresa e o valor é o mesmo.

Para sair do centro e voltar para o aeroporto de Ezeiza a melhor opção que encontrei foi pegar um ônibus comum para o Aeroparque que era bem próximo de onde eu estava hospedada e comprar o Arbus lá para o aeroporto de Ezeiza. O valor é o mesmo e correu tudo certo.

Para quem não está sozinho existe a opção de dividir um táxi, que pode sair muito mais em conta ou para quem quer uma opção ainda mais econômica que o transfer existe um ônibus comum, o número 8 que tem o valor de menos de AR$10 (o Arbus custa 200!), mas só pode ser pago com o cartão SUBE (o cartão de transporte da cidade que deve ser comprado anteriormente) e o trajeto dura cerca de três horas e meia.

Sair do Aeroporto de Ezeiza é bem mais fácil do que parece. Se está sozinho e quer economizar (mas nem tanto) só comprar o Arbus na saída do desembarque, ver direitinho aonde você precisa descer e pronto!

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Já havia ido para Key Biscayne uma vez em outra viagem à Miami. Quando fui, visitamos apenas o Bill Baggs Cape Florida State Park, que é um dos passeios que recomendo nesse post aqui com 10 passeios imperdíveis para se fazer em Miami. Dessa vez o objetivo era ir à praia, mas não sabia quais eram as opções por lá. Depois de procurar na internet encontrei o Crandon Park Beach.

Crandon Park Beach, praia em Key Biscayne

Crandon Park Beach, praia em Key Biscayne

O Crandon Park Beach foi uma das melhores surpresas dessa viagem. A praia é linda, super tranquila, o mar é quentinho, sem ondas, a areia cheia de coqueiros e além disso a estrutura é incrível.

 

Para chegar é preciso pegar a estrada 913. O endereço do Google ao colocarmos “Crandon Park Beach” é da marina e não da praia em si, portanto para chegar à praia é só seguir reto depois da marina e várias placas indicarão a entrada da praia.

Lá tem um estacionamento enorme e o valor é de U$5 por carro nos dias de semana e U$7 nos finais de semana e pode pagar tanto no dinheiro como no cartão nas máquinas que tem espalhadas por lá.

 

A infraestrutura da praia é muito boa e por ser bem afastada de tudo é o tipo de lugar para passar o dia. Por isso existem banheiros grandes e bem montados além de chuveiros com água doce. Espalhadas pelas gramas têm também várias mesas para fazer piquenique.

Ir ao Crandon Park Beach é um ótimo passeio para quem está passando o verão em Miami e quer aproveitar uma praia. A distância de Miami é de apenas 15 minutos de carro e pela quantidade de coqueiros espalhados pela praia não precisa nem de levar cadeiras e guarda-sóis, apenas uma canga para deitar na areia. Lembrando que, diferente do Brasil, a maioria das praias dos Estados Unidos não possuem serviço de praia, portanto tudo tem que ser levado por nós.

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Dicas de Nova York é o que mais tem por aqui. Dicas de passeiosmuseus, alguns restaurantes, o melhor cachorro quente, a melhor pizza, o melhor cookie, o melhor cheesecake… Nova York é a cidade com mil e uma opções para tudo e sugestões do que comer e fazer nunca é demais.

Dica de restaurante no Upper East Side

Estava saindo do Museum of the City of New York e iria direto para o MET, mas depois de muito passear resolvi antes almoçar pela região. Não conhecia nenhum restaurante por ali e, para ir admirando as famosas lojas, ao invés de descer pela 5ª Avenida onde ficam os dois museus decidi descer pela Madison Avenue. Depois de ver inúmeras opções de restaurantes por ali, decidi entrar no Via Quadronno.

Analisei o menu, gostei das opções, dos preços e decidi entrar. Logo que entrei dei de cara com ninguém mais ninguém menos que Daniel Craig (o ator que interpreta o atual 007) e minha fome também era tanta que não dava para ir para outro lugar.

O Via Quadronno é um restaurante italiano que fica no Upper East Side e serve pratos como massas, risotos e paninis. Todas as mesas próximas a mim estavam comendo paninis e fiquei com tanta vontaade que também pedi um (a foto está das piores, mas esse é o panini) de mussarela de búfala com parma que estava incrível.

41 40

O ambiente é aconchegante e o serviço é muito bom. Achei uma ótima opção de restaurante no Upper East Side na região dos museus e os preços são bons e condizem muito com Nova York, com a localização e com o que oferece variando em torno de U$13 o panini e U$25 a massa.

O menu está disponível no site deles e além da filial da Madison eles possuem outra casa, também no Upper East, na  73rd Street. Vi no site que além de almoço e jantar eles também servem um café da manhã que parece ser muito bom.

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5 passeios imperdíveis em Berlim

Berlim é uma das capitais com mais coisas para se fazer do mundo. A cidade é cheia de história, de vida, com muita atividade diferente e interessante. Já fiz um post sobre o que fazer em 4 dias em Berlim aqui, mas agora decidi juntar os que, para mim, são os 5 passeios imperdíveis na cidade para quem tem pouco tempo e para quem gosta de história e quer conhecer mais sobre o que aconteceu nessa cidade que conta tanto sobre o que já aconteceu no mundo.

5 passeios imperdíveis em Berlim

1. DDR Museum

O DDR Museum é um museu super interativo e interessante dedicado à vida e ao dia-a-dia na Alemanha Oriental socialista. Lá é possível ver vários ambientes recriados com muita precisão da mesma forma que eram naquele período, como cômodos de casa e escritórios, além de terem vários itens e objetos daquele período como carros, roupas, móveis, etc. Achei o museu muito legal e vale a pena conhecer melhor essa outra história de Berlim, já que a maioria dos museus e atrações são sobre a Segunda Guerra e o Nazismo. No site deles tem todas as informações sobre o museu e visitas.

 

2. Berliner Unterwelten

Já fiz um post sobre o Berliner Unterwelten aqui. Para quem gosta de história e principalmente quer saber mais sobre a Segunda Guerra visitar o Berliner Unterwlten é imperdível. O Berliner Unterwelten é um dos últimos bunkers da Guerra ainda existente e fica localizado, subterraneamente, ao lado da estação de metrô Gesundbrunnen. Fiquei sabendo muitas curiosidades e muitas informações sobre como era praticamente viver em um bunker durante aquele período e ver de perto é muito interessante. Eles oferecem cinco tipos de tour diferentes, até um sobre a Guerra Fria e um que os visitantes andam embaixo do antigo Muro de Berlim.

3. Campo de Concentração Sachsenheusen

Aqui no blog já tem também um post dedicado apenas ao Sachsenheusen aqui com dicas de como chegar e como é a visita ao Campo. O Sachsenheusen é um Campo de Concentração que fica bem próximo de Berlim e é uma experiência muito impactante e chocante, mas quase que necessária. Conhecer mais de perto um Campo e imaginar de forma mais concreta como era a vida que aquelas pessoas eram submetidas com certeza nos refletir muito. As informações de preços e o que pode ser visto lá estão aqui.

Dormitórios do Campo de Concentração de Sachsenheusen.

4. Memorial to the Murdered Jews of Europe

De todos os 5 passeios citados neste post, o mais conhecido e que basicamente qualquer turista que vai a Berlim visita é o Memorial to the Murdered Jews of Europe. É um memorial criado para lembrar os judeus da Europa mortos no Holocausto e é composto por 2.711 blocos de concreto de alturas variadas. O memorial possui também um centro de informação subterrâneo onde os visitantes podem conhecer mais sobre as vítimas do Holocausto e sobre o que aconteceu.

Os blocos de concreto do Memorial.

5. Topographie des Terrors

Falei no post dos 4 dias em Berlim que achei o Topographie des Terrors o melhor museu de Berlim sobre o Nazismo e por isso é o mais visitado da cidade (além da entrada ser gratuita). É um museu documental que mostra a história bem detalhada daquela época. O nome “topografia do terror” vem do fato de que, no mesmo lugar onde hoje é o museu, durante o Terceiro Reich, funcionava a sede da SS, a polícia secreta alemã. As informações sobre o funcionamento do museu estão no site deles.   

O interior do Topographie des Terrors.

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