Onde ficar em Madrid

Madrid é uma das cidades que eu mais gosto na Europa, aliás, a Espanha no geral é um país muito bacana. Cidades limpas, transporte público de qualidade, museus incríveis e gente receptiva e atenciosa. Madrid é uma cidade grande, então a escolha da localização influencia bastante.

Onde ficar em Madrid?

Escolhi ficar no Ayre Gran Hotel Colón, um hotel 4 estrelas excelente, moderno, com wi-fi grátis ele e com um ótimo custo-benfício. Ele está no bairro Retiro, um bairro residencial e bem tranquilo, a 700 metros do Parque do Retiro e como uma estação de metrô logo a frente, é só atravessar a rua.

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fotos: reprodução do site oficial do ayre gran colón

Além do metrô, no quarteirão do hotel encontramos restaurantes, supermercados, lojas, mercearias, farmácias e pontos de ônibus. Para reservas feitas pelo Booking o café-da-manhã é incluído.

Parte externa do restaurante do hotel  gran-colon-00

fotos: reprodução do site oficial do ayre gran colón

Ayre Gran Hotel Colón oferece reservas com cancelamento gratuito pelo Booking.

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Knott’s Berry Farm – um parque temático na California

Em 2012 fiz um intercâmbio para a Califórnia (que será assunto para um outro post) e um dia fui com um grupo de amigos para o Knott’s Berry Farmum parque de diversões temático muito legal e que poucas pessoas conhecem que fica bem perto de Los Angeles.

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A maioria das pessoas que visita Los Angeles e procura um parque de diversões opta por conhecer o famoso Six Flags, o Universal Studios, que é basicamente a mesma coisa do de Orlando, acrescentando o tour pelos estúdios de gravação dos seriados e filmes (o que vale muito a pena, sem dúvidas) e a Disney California.  O que quase ninguém conhece é o Knott’s Berry Farm. Eu nunca tinha ouvido falar nesse parque, mas uma amiga minha que estava lá comigo me chamou para ir em um final de semana e eu topei.

O parque está em segundo lugar no ranking de melhores parques temáticos da Califórnia, mas para a maioria dos brasileiros, ele passa desconhecido. Ele é bem antigo, foi fundado em 1940, e foi o primeiro parque temático dos Estados Unidos.

O parque em 1940.  Fonte: Google
O parque em 1940. Foto: Reprodução

Antigamente era uma fazenda familiar que produzia geleias, aos poucos ele foi sendo aperfeiçoado com várias formas de entretenimento até se transformar em parque. Hoje permanece o estilo “fazenda” nas construções, nas lojinhas e restaurantes e, além disso, é o parque do SNOOPY!

As montanhas russas são demais e tem várias atrações muito legais. Não deixe de conferir as montanhas russas: Xcelerator, Silver Bullet e Boomerang. E os brinquedos: Supreme Scream, Rip Tide e Screamin’ Swing. Vale a pena mesmo!

Vista aérea do parque.
Vista aérea do parque. Foto: Reprodução

Tickets

Compramos lá na entrada do parque, mas pelo site tem desconto. Os ingressos variam entre U$30 e U$60.

Como ir?

Fomos de carro e lá tem estacionamento. Caso você não possua carro, é possível ir de metrô até Buena Park e de lá pegar um ônibus do condado de Orange County. Tem tudo explicado aqui.

Onde ficar?

Fomos e voltamos no mesmo dia, mas o Knott’s Berry Farm tem um hotel que você pode agendar aqui.

O quarto do hotel com decoração do Snoopy. Foto: Reprodução

 Dica:

Não deixe de experimentar o Funnel Cake. Em qualquer esquina do parque vai ter uma lojinha vendendo e é uma delícia. Existe em vários parques de Orlando, mas eu nunca tinha visto! É calórico, mas muito gostoso.

Funnel Cake. Foto: Reprodução

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Kortrijk – uma cidadezinha no interior da Bélgica

Kortrijk em neerlandês e em francês Courtrai (se fala cortrêk). Uma cidadezinha no interior da Bélgica de apenas 200.000 habitantes e muita, mas muita beleza pra oferecer.

Meus pais moraram lá há uns 20 anos durante um curto período por causa do trabalho do meu pai e, como a Bélgica estava incluída no nosso roteiro na última vez que fomos à Europa, decidimos que iríamos visitar o interior e ficar em Kortrijk.

A maioria das pessoas que visita a Bélgica visita a capital Bruxelas, Bruges e no máximo Gent, a cidade universitária mais badalada do país, mas não conhece o resto das cidadezinhas que tem ali por perto e não sabem o que estão perdendo. Como tínhamos alugado carro, pudemos ver muita coisa legal, e pelo fato de meus pais já terem morado lá, eles conheciam a Bélgica e as estradas muito melhor que a maioria dos turistas.

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Estávamos lá na época da Copa do Mundo e a cidade estava toda enfeitada.

No total, apenas na Bélgica, visitei seis cidades: Kortrijk, Antuérpia, Waterloo, Bruxelas, Bruges e Gent e a minha favorita, por incrível que pareça, foi Kortrijk. Brugues eu já conhecia e pra mim era a cidade mais fofa do mundo, mas mudei de opinião nessa viagem.

Kortrijk é uma cidade bem pequena, com um comércio de rua ótimo, um shopping muito bom (de cidade grande), restaurantes excelentes e todo aquele clima de cidadezinha de interior: feirinha no domingo, todo mundo se encontra na praça e o meio de locomoção mais usado é a bicicleta (#sonho).

Quem conhece Brugges e se apaixonou achando que estava em um filme medieval com todos aqueles castelinhos, lindas praças e construções, precisa conhecer Kortrijik.

O único ponto ruim é que tudo lá fecha muito cedo. Às 18 horas (no verão :O) não víamos mais ninguém na rua, apenas nos bares e pubs fechados, mas passeando na rua era muito difícil ver mesmo com o dia claro. Ou seja: é uma cidade para ficar 1, 2 dias e depois partir para um lugar mais badalado como Gent, que fica a 42 km, ou Bruxelas.

Onde ficar em Kortrijk?

Post com todos os detalhes de onde ficar em Kortrijk aqui.

O que fazer em Kortrijk?

O bacana da cidade é curtir os restaurantes, bares e pubs à noite e durante o dia conhecer a Grote Markt, a praça principal da cidade; o Broeltowers, o principal cartão postal; a Igreja de Saint Martin; o shopping K in Kortrijk que tem várias lojas de artigos de cozinha e casa, além de muitas lojas de marcas belgas; o City Hall e Artillery Tower.

Ficamos 4 dias na “cidade”: 1 e meio dedicados apenas para ela e os outros fomos para cidadezinhas vizinhas como eu havia falado e achei assim o ideal (fomos até em um mosteiro que produz cervejas, mas isso é história para outro post 🙂

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10 coisas que aprendi viajando sozinha

Viajar com a família é ótimo, com o namorado também, com as amigas então, nem se fala, mas viajar sozinho é bom demais.

10 coisas que aprendi viajando sozinha por esse mundo

O mundo é muito grande. Isso vai muito além do espaço físico. O mundo é enorme, com milhares de culturas, pessoas, lugares, línguas e hábitos diferentes. Não tem nada melhor que descobrir isso com os próprios olhos e abrir a  cabeça para o novo e o desconhecido. Para mim o inusitado mesmo foi ficar amiga de uma muçulmana que apenas seus olhos era possível enxergar e, mesmo com todas as diferenças culturais, ver que somos parecidas.

Thank you. Só quando viajamos para fora do país que percebemos o quanto é maravilhoso falar inglês ou pelo menos entender o mínimo que seja (se você não sabe ainda, nunca é tarde para aprender). Nos poupa tempo, stress e ainda conhecemos gente nova e compartilhamos ideias. Ou seja: só benefício!

Não. Esqueça. Nada. Quando se está sozinho em algum lugar a atenção é redobrada. Em metrôs, trens, aeroportos, aviões, ônibus, enfim, em qualquer lugar, nunca é demais dar mais umas dez olhadas e conferir se não deixou nada pra trás.

Tenha sempre um livro em mãos. Não é todo aeroporto que tem free wi-fi, aliás, são bem poucos, portanto tenha sempre seu livro com você. Se não curte ler pega um mapa do seu destino e vai aprender mais sobre a cidade. No meu último mochilão não levei nenhum livro pra economizar espaço. Que erro. Devia ter deixado umas roupas pra trás…

Ser brasileiro é legal demais. Não somos o povo mais nacionalista do mundo, afinal os americanos tão ai pra isso, mas quando se trata de brasileiro no exterior, a gente morre de orgulho. Do povo caloroso, da cultura, das praias maravilhosas, do futebol e desse país tão diversificado que somos. 8 em 10 brasileiros que dizem que são do Brasil lá fora recebem, com entusiasmo, um: REALLY? That’s cool!

Há uma diferença enorme entre estar sozinha e estar solitária. Aprendi que estar sozinha não é a mesma coisa que estar solitária. Estou sozinha e me sinto por inteiro, estou por inteiro em qualquer lugar que for e é diferente da solidão. Existe muita gente que está rodeada de pessoas, mas se sente solitária.

Chamadas de vídeo acalmam o coração. Quando bate a solidão nas viagens sozinhas, nada melhor que fazer aquele skype/facetime com quem a gente gosta pra matar a saudade.

Saber falar “obrigado” e “bom dia” na língua local nunca é demais. Você não precisa saber todas as línguas do mundo, mas se estiver indo para a França é legal saber falar um “merci”, né?

Quarto de hotel e hostel só para dormir. A wifi no hotel é grátis e você quer ficar no whatsapp contando pros amigos sobre a viagem? Desce pro saguão. Principalmente se for hostel, por que aí sim a diversão está toda lá em baixo (ou em cima, se for o caso). Legal mesmo é ver e conhecer gente nova, não precisa ficar trancado no quarto.

“Esqueça o cel e olhe o céu.” Quando a gente volta de viagem só bate aquele arrependimento de ter ficado tanto tempo no celular… A cada viagem descubro isso um pouquinho mais. Então, por mais difícil que seja, estou aprendendo a deixar o celular de lado e aproveitar o momento. 90% do que vemos e conversamos podem ser resolvidos depois.

No chão, mala embaixo e livro na mão.

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Mulher viajando sozinha

Roteiro 1 dia em Viña del Mar

Antes de ir para Santiago eu havia pesquisado e vi que em um período de 5 dias, com 4 era possível conhecer bem a cidade e que o 5° muitas pessoas optavam por viajar para Valparaíso e Viña del Mar.

A maioria costuma ir em excursões que tem o preço aproximado de U$63 e que visitam em um mesmo dia as duas cidades, mas achei tantos pontos negativos sobre essa experiência espalhados em blogs que desisti e decidi que iria por conta própria.

Roteiro 1 dia em Viña del Mar

Depois de procurar bem vi que tinha duas opções de empresa de ônibus e que teria que decidir entre ir para as duas cidades e pegar um “metrô” entre elas, ou ir apenas para uma e comprar a passagem de ônibus ida e volta para uma cidade só. Achei a segunda opção mais simples, já que seria apenas uma tarde e que não dormiríamos lá.

Valparaíso, pelo que pesquisei, não é uma cidade tão atrativa como Viña. Apesar de ter a famosa casa “La Sebastiana” de Pablo Neruda, não tinha muito mais que visitar do que isso. E optei por ir apenas para Viña, pois li relatos de que era um balneário mais bem conservado, turístico e que tinha mais coisas interessantes para fazer.

Como ir?

Existem dois terminais de ônibus em Santiago para essa viagem e ambos ficam localizados em estações de metrô – o Terminal Alameda fica em frente à Estação Universidad de Santiago (Linha 1 – Vermelha) e o Terminal Pajaritos fica na saída da Estação Pajaritos (Linha 1 – Vermelha). Compramos no dia anterior à viagem a passagem ida e volta por 8000 pesos no terminal e no dia seguinte viajamos sem nenhum problema.

A viagem é rápida e no trajeto é possível ver várias vinícolas, que podem ser incluídas no roteiro.

O que visitar em Viña del Mar? 

  • Avenida Peru – a principal avenida na orla da praia, super movimentada e cheia de turistas. Para mim vale a ida à cidade ficar passeando pela orla, descer um pouquinho na praia e tomar um drink
  • Museo Fonck – museu arqueológico com peças encontradas na Ilha de Páscoa

 

escultura da ilha de páscoa na entrada do fonck e vista do mar
  • Museu de Bellas Artes – um prédio lindo com peças chilenas e européias
  • Relógio de Flores – o famoso relógio de flores que fica pertinho da orla do W Hotel

 

relógio de flores e vista do alto do castillo wulff
  • Playa Miramar – a principal praia da cidade
  • Castillo Wulff – castelo lindo localizado a beira mar. Aconselho subir até o topo, a vista é linda

 

castillo wulf e vista do mar da playa el sol

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Como eu já havia falado no outro post sobre Santiago, eu me hospedei na região da Providência, considerado um dos melhores e mais seguros bairros da cidade. Apesar da maioria dos pontos turísticos de Santiago ficarem na parte central – Palácio de La Moneda, Plaza de Armas, etc- não é o melhor lugar para se hospedar.

Onde ficar em Santiago

Tinha visto muitas indicações sobre o Ibis Providência e, por ja conhecer a rede e saber da qualidade resolvi fazer a reserva com cancelamento grátis pelo Booking.

O hotel me surpreendeu muito positivamente, o café da manhã é ótimo, o atendimento é muito bom e o principal fator: a localização. Fica literalmente do outro lado da rua de uma estação de metrô, tem supermercado, farmácia, restaurantes, fast-food (Subway e Domino’s) tudo muito próximo mesmo do hotel, no máximo 5 minutos de caminhada.

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Fotos: Reprodução do site oficial do Ibis Providência.

O único ponto negativo é não ter frigobar no quarto, por ser uma rede mais econômica, mas não interferiu em nada. O quarto tem um tamanho razoável, nada de luxo, mas bem confortável.

Para quem está procurando uma opção em conta e confortável em Santiago o Ibis Providência é uma boa opção. A reserva pode ser feita pelo Booking.

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