O melhor Prego de Lisboa

Passeando pelo Bairro Alto em Lisboa a procura de um lugar para almoçar encontrei o simpático “O Prego da Peixaria”, um restaurante bem legal cuja especialidade é o “prego”. Nunca tinha ouvido falar no prato “prego”, mas o lugar era tão descolado e bem decorado que resolvemos entrar e conhecer. O prego é um prato tradicional de Portugal que é basicamente uma carne bovina no pão, mas “O Prego da Peixaria” resolveu inovar e fazer pregos de peixes e bem mais modernos.

O melhor Prego de Lisboa

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Além dos pregos o “O Prego da Peixaria” também serve outros pratos, como saladas e hambúrgueres de camarão, salmão e bacalhau, além de sobremesas incríveis. No site oficial deles possui o menu completo.

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Achei a proposta do restaurante bem legal e estava uma delícia! O endereço é Rua da Escola Politécnica, 40 e ele fica bem pertinho do Atalho Real, outro restaurante muito bom que recomendei nesse post aqui.

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Restaurante imperdível em Lisboa

Quando estava hospedada no The Lisbonaire Apartments (um apart-hotel incrível em Lisboa que tem post aqui) procurei restaurantes na região, que eu poderia ir a pé. Foi assim que encontrei o Quermesse que já indiquei aqui e o Atalho Real, um restaurante imperdível em Lisboa.

Onde comer em Lisboa?

Atalho Real é um restaurante muito legal especializado em carnes e drinks. Ele fica localizado no antigo palacete Ribeiro da Cunha que hoje é conhecido como Embaixada Concept Store e abriga várias lojas legais, casa de cultura e gastronomia.

A Embaixada Concept Store onde está o Atalho Real. Foto: Reprodução

Apesar de ser especializado em carnes, o Atalho possui opções vegetarianas também e o cardápio varia entre hambúrgueres e carnes que podem ser servidas no prato com acompanhamentos ou no pão (típico português). A comida é deliciosa e o ambiente é muito cool. Os preços são muito bons variando em média de 10 euros por prato.

É uma opção imperdível para quem vai a Lisboa! O cardápio com os preços estão disponíveis no site oficial do Atalho Real. É possível sentar no jardim ou dentro da Embaixada com vários ambientes diferentes muito bem decorados.

O endereço é 096, Calçada da Patriarcal 40 e funciona de 12 às 00 hr.

Fotos: Reprodução. Disponíveis no site oficial do Atalho Real.

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5 coisas para se fazer em Évora

Évora é uma cidade que está a 135 km de Lisboa e é uma ótima opção para um bate-volta da capital de Portugal. É considerada uma “cidade-museu” e é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1986. É possível ir de carro, ônibus ou trem (esse site disponibiliza os preços e horários).

5 coisas para se fazer em Évora

1-Templo Romano de Évora

Templo romano de Évora.

É um dos templos romanos mais bem preservados da Península Ibérica e um dos pontos turísticos mais famosos de Évora.

2- Muralhas de Évora

Évora é uma cidade cercada por muralhas que foram usadas como forma de defesa, com arquitetura militar e foram erguidas ao longo do tempo. As Muralhas de Évora têm influências de vários povos, Romanos, Mouros, Medievais e Visigodos.

3- Capela dos Ossos/Igreja São Francisco

 

foto: interior da Capela dos Ossos

A Capela dos Ossos fica na Igreja de São Francisco na Praça 1° de Maio em Évora. Foi criada no século XVII por três frades franciscanos para mostrar o quão frágil a vida é e, por isso, logo na entrada há uma placa que transmite essa ideia “Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos”. As paredes são revestidas de ossos e crânios humanos. A sensação de ver a Capela dos Ossos ao vivo é bem estranha, mas vale a visita. O preço para entrar é de 3 euros por adulto.

4- Catedral de Évora

É a maior catedral medieval de Portugal e é possível subir ás torres e ir até ao telhado para avistar toda a cidade e os arredores. O bilhete custa 4 euros para adultos e permite visitar todas as partes visitáveis da catedral.

5- Passear pelo centro histórico de Évora

O centro histórico de Évora é bem legal e ótimo para comprar artesanato alentejano. A Rua 5 de Outubro é uma das principais para compras.

Foto: Reprodução

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Casa Fernando Pessoa e Fundação José Saramago em Lisboa

Portugal foi berço de dois dos maiores escritos de toda literatura: Fernando Pessoa e José Saramago. Na capital do país, suas histórias são lembradas por meio de instituições que ressaltam suas obras e suas vidas. São elas a Casa Fernando Pessoa e A Fundação José Saramago em Lisboa.

É um passeio muito legal e emocionante pra quem gosta de literatura e pra quem quer saber mais da vida dos dois escritores.

Casa Fernando Pessoa

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A Casa Fernando Pessoa foi a residência onde Fernando Pessoa morou nos últimos 15 anos da sua vida (1920-35), em Campo de Ourique, bairro residencial de Lisboa. Hoje é uma casa de cultura, onde se pode visitar o quarto do poeta com a cômoda original onde Pessoa deu voz aos seus principais heterônimos.

A Casa é uma espécie de museu, com exposições bastante interativas que contam a história de vida de Fernando Pessoa. Além disso lá estão vários objetos pessoais dele como sua máquina de escrever, seus óculos, seus blocos de anotações e a sua biblioteca particular, digitalizada e disponível para consulta online.

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O ingresso custa 3 euros e é possível também marcar uma visita guiada especializada em poesia e em Fernando Pessoa pelo site.

A Casa funciona de segunda a sábado, das 10 às 18 (última entrada: 17h30). Lá tem também um restaurante o, Flagrante Delitro. O endereço é Rua Coelho da Rocha, 16, Campo de Ourique. Fica em uma região mais afastada da parte turística de Lisboa. Para chegar lá é possível ir de ônibus ou de táxi, que é uma opção bem barata na cidade e foi a minha opção.

Fundação José Saramago

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A Fundação José Saramago é uma instituição que abriga várias exposições sobre o escritor português e a literatura portuguesa. São várias exibições sobre a vida de Saramago, com suas obras, cartas e fotos pessoais. Logo na frente da Fundação existe uma Oliveira plantada e é lá onde estão enterradas as cinzas do escritor.

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O bilhete custa 3 euros e o endereço é Rua dos Bacalhoeiros, 10, bem próximo à Praça do Comércio. O horário de funcionamento é de segunda a sábado, das 10 às 18 (última entrada: 17h30).

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Bate-volta Bruxelas Leuven

Bruxelas é uma cidade central na Bélgica e de lá é possível fazer vários bate-volta em outras cidades como Gent, Antwerp e Leuven.

Eu havia planejado um bate-volta de ônibus, de 4 horas cada trecho, para Paris um dia. Vi uma super promoção da Megabus (que hoje é a Flixbus) e comprei na hora. Pelo preço que paguei, se perdesse, não teria problema. Só que já estava no 28° dia da minha viagem de 32 dias de duração e o ônibus partia às 7:15 da manhã. Estava exausta e não fui.

Acordei às 10 horas e foi quando resolvi que não iria passar o resto do dia em Bruxelas (que não é uma cidade que tem muita coisa para fazer, 3 dias já é mais do que o suficiente e ainda era a minha segunda vez na cidade). Sem nenhum planejamento, fui para a estação de trem e comprei um ticket para Leuven, sem nem saber como a cidade era, mas o bilhete estava barato e era perto, então fui.

A Grand Place – ou Grote Markt, em flamengo – de Leuven.

Cheguei lá e já pedi indicação de onde era a Grand Place, que é o centro da cidade, pois sabia que toda cidade da Bélgica tinha uma e que era conhecida por esse nome. Partindo de lá passeei pela região.

Bate-volta Bruxelas Leuven

Bruxelas e Leuven estão a 30 km de distância e a viagem de trem tem 28 minutos de duração.

Eu parti da estação de trem “Bruxelles-Midi” e a estação de metrô para chegar lá é a “Gare du Midi“. Em Leuven existe a estação de trem principal que é a única. Comprei a minha passagem da Belgian Rail na estação em Bruxelas e o valor total ida e volta foi de 10 euros.

Por “Bruxelles-Midi” ser a estação principal de Bruxelas e, assim, ter vários trens partindo de lá todos os dias para vários lugares, para comprar a passagem lá é preciso enfrentar uma fila muito grande, então se é uma viagem programada eu recomendo comprar antes pelo site.

O que fazer em Leuven

  • Town Hall (Stadhuis) | Prédio da prefeitura de Leuven e um ícone da arquitetura da cidade
Town Hall (Stadhuis)
  • Saint Peter’s Church | Uma igreja incrível que fica na Grote Markt logo na frente do Town Hall. Seu interior é lindo!
  • Old Market Square | Praça com vários restaurantes e bares com mesas do lado de fora
Old Market Square.

A cidade é linda e na parte central tem várias lojinhas legais que valem a pena a visita. É um ótimo passeio um bate-volta de Bruxelas. Recomendo almoçar em Leuven, passear pela cidade e depois voltar no final da tarde para a capital.

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4 dias em Berlim

Berlim é uma cidade enorme, com muita história, muita atração e muita atividade para se fazer. Em 4 dias achei difícil fazer tudo que eu pretendia, mas é o mínimo para ver o básico que a cidade tem a oferecer.

4 dias em Berlim

1° dia

Sempre gosto de começar com um Free Walking Tour. Acho que é uma forma muito legal de conhecer o básico da cidade e sua história com quem entende do assunto. Fiz o “Free Tour of Berlin” com a empresa Sandeman’s New Europe e achei muito bom. Os guias são jovens, sabem muito da cidade e têm várias curiosidades. O tour começa na Pariser Platz onde está o Brandenburg Tor e o seu horário tem que ser agendado pelo site deles. Você recebe a confirmação por e-mail e é só mostrar na hora para o guia. Todos os guias da empresa estão uniformizados então é bem fácil de achar.

Pariser Platz com o Branderburg Tor ao fundo.

Do Brandeburg Tor seguimos a pé pelo antigo bunker do Hitler (que hoje não tem mais nada), depois pelo Memorial to the Murdered Jews of Europe e para o Checkpoint Charlie, o posto militar entre a Alemanha Ocidental e Oriental que possui um museu, porém no tour não o visitamos.

  

Seguimos para a Gendarmenmarkt, a praça mais bonita da cidade e passamos por uma parte do The Berlin Wall.

 

Fomos depois para o Luftwaffe HeadQuarters o prédio da Força Aérea Alemã durante o Nazismo, passando pelo Book burning memorial na Bebelplatz que é um memorial para os 20,000 livros de cientistas e estudiosos contra o regime nazista que foram queimados durante o período.

No tour passamos também pela TV Tower, a torre de TV com 203 metros de altura que dá uma vista incrível da cidade (no tour nós não subimos, mas já ouvi falar muito bem do passeio e lá no alto também tem um restaurante) e pela Humboldt University, a mais antiga universidade de Berlim por onde passaram grandes nomes como Albert Einstein e Karl Marx.

O passeio dura em média 2 horas e meia e existe um momento de intervalo em um café para descansarmos. Vale lembrar que é um tour gratuito, mas que é educado dar uma gorjeta ao guia ao final.

  

Depois do Free Walking Tour fui sozinha para o Anne Frank Zentrum, um museu lindo dedicado à vida da Anne Frank, com alguns objetos pessoais dela e que conta bastante sobre sua história. Um ótimo passeio para quem se interessa pela sua história ou que quer conhecer mais.

Depois terminei o dia no DDR Museum, um museu super legal e interativo que mostra como era o dia-a-dia na Alemanha Oriental socialista com vários itens de casa, carros, roupas, móveis, etc. Vale muito a pena.

 

2° dia

Já havia programado a minha visita ao Berliner Unterwelten, o bunker da Segunda Guerra incrível que tem em Berlim e tem um post contanto tudo aqui, mas como ele abria às 10 horas no dia que fui, visitei antes o Berlin Wall Memorial.

Do bunker fui para a Bornholmer Strasse, a ponte que ligava Berlim ocidental a oriental onde hoje tem uma exposição sobre a história da ponte e do Muro de Berlim. Foi lá que em 1989 o muro se “abriu” e a cidade deixou de ser dividida.

Depois segui para a Nova Sinagoga, um passeio muito legal para quem quer conhecer mais sobre a história dos judeus. A entrada custa 3 euros e funciona de domingo a quinta-feira das 10 às 18 e às sexta-feiras das 10 às 14.

 

Fui à Ilha dos Museus (Museumsinsel) (S-Bahn: Linhas S1, S2, S25, estação Friedrichstrasse; Linhas S5, S7, S75, estação Hackescher Markt  ou U-Bahn: Linha U6, estação Friedrichstrasse ou Ônibus: Linhas 100 e 200, parada Lustgasten; Linha TXL, parada  Staatsoper) e visitei o Pergamon Museum que tem uma área dedicada à Arte Islâmica bem legal.

Ao lado da Ilha dos Museus está o Berliner Dom a Catedral de Berlim super bonita cuja visita custa 7 euros a tarifa inteira e 5 euros a reduzida.

Terminei o dia no Topographie des Terrors, o melhor museu de Berlim sobre o Nazismo e o mais visitado da cidade. É um museu documental que mostra a história bem detalhada daquela época. O nome “topografia do terror” vem do fato de que, no mesmo lugar onde hoje é o museu, durante o Terceiro Reich, funcionava a sede da SS, a polícia secreta alemã.  Funciona de 10 às 20 hrs e a entrada é gratuita.

3° dia

Comecei o dia indo para o Campo de Concentração Sachsenheusen que fica nos arredores de Berlim e tem o post explicando todo o passeio aqui.

Quando voltei passeei pela cidade e terminei o dia no Jüdisches Museum Berlin (Museu Judaico de Berlim) que é muito impactante e emocionante. A entrada é grátis com o Museum Pass e caso você não tenha o Museum Pass o ingresso reduzido custa 3 euros e 8 a entrada inteira. Para chegar basta pegar o U-Bahn linha U1 e descer na estação Hallesches Tor ou a linha U6 na estação Hallesches Tor ou Kochstrasse e o ônibus linhas 248, parada Jüdisches Museum.

 

4° dia

Dia de ir embora.

Berlim é uma cidade muito pesada. A energia é estranha e é difícil visitar todos esses lugares que remetem a tanto sofrimento e sair “ileso”. É difícil engolir. Tinham outros passeios para serem feitos no meu roteiro, mas sem querer gastava muito mais tempo do que previsto em cada museu conhecendo um pouco mais da história que a cidade e aquelas pessoas já passaram.

Esses foram os meus 4 dias em Berlim.

Caso você tenha mais um dia ou caiba no seu roteiro, o que não deu tempo de fazer no meu foi:

  • Deutsches Historisches Museum (Museu Histórico Alemão) – museu sobre a história da Alemanha e do seu povo
  • Deutsch-Russisches Museum Berlin-Karlshorst (Museu Alemão-Russo Berlin-Karlshorst) – museu sobre a guerra entre Alemanha e União Soviética durante a Segunda Guerra Mundial
  • Tränenpalast (Palácio das Lágrimas) – museu sobre a história da Alemanha Oriental e Ocidental que parece ser muito interessante
  • Schloss Charlottenburg (Palácio de Charlottenburg) – o maior palácio de Berlim
  • Nikolaiviertel – uma área que parece ser bem legal em Berlim e com uma cara mais de “medieval” e cidade do interior

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