Como visitar o Centro Islâmico de Nova York

Depois de ter ido para Nova York algumas vezes e ter feito o roteiro básico e ido aos pontos turísticos mais conhecidos (tem post com dicas de passeios gratuitos aqui), comecei a procurar passeios alternativos e que me interessassem.

Uma vez fiquei hospedada em um apartamento no Upper East Side na altura da 80th Street com a York Ave. e procurando o que tinha para fazer na região encontrei o Centro Islâmico de Nova York. O islamismo é uma religião e um assunto que tenho muita curiosidade e um fascínio e sempre procuro ler e saber mais a respeito.

Como visitar o Centro Islâmico de Nova York

O Centro Islâmico de Nova York foi o primeiro edifício construído como uma mesquita em Nova York. É um complexo de uma mesquita, uma escola, uma livraria, um museu e é a residência dos Imans. O objetivo é servir a comunidade muçulmana de Nova York e ensinar o islamismo para os americanos.

Quem não é muçulmano só pode entrar acompanhado de alguém que trabalha no Centro Islâmico de Nova York e só pode ir se estiver vestido de forma apropriada. Mulheres têm que estar de calça comprida, com sapato fechado, uma blusa que não seja justa e que cubra o quadril e precisam ter algum lenço para colocar na cabeça. Esqueci completamente de levar um lenço, mas a moça que trabalha lá que é muito solícita me emprestou um.

 

fotos: reprodução

Ao chegar no Centro é preciso passar pela recepção antes e não ir diretamente para a mesquita. Lá uma funcionária muçulmana muito gentil nos recebeu e explicou um pouco sobre o Centro e fez um tour pela mesquita conosco. Ela nos mostrou todos os lugares e nos explicou como funcionam as rezas e a rotina dos muçulmanos que frequentam o local. A impressão que tivemos é de que eles realmente querem explicar um pouco mais a religião e quebrar os tabus que existem. Ela até nos convidou para voltarmos no domingo para uma reza, mas não pude ir.

É um passeio muito legal para quem se interessa e quer saber mais sobre o assunto. A experiência foi incrível e me senti muito bem recebida lá.

O centro fica na 3rd Ave. com a 97th e para chegar lá é só pegar os ônibus BxM1, M98, M101, M102 ou M103 e descer na 3rd com a 97th que é exatamente na frente, ou pegar o metrô 4, 6 ou Q e descer na 96th que também é bem perto.

Não é permitido tirar fotos, mas no site deles tem uma galeria de fotos e é possível fazer um tour virtual.

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Bate-volta Bruxelas Leuven

Bruxelas é uma cidade central na Bélgica e de lá é possível fazer vários bate-volta em outras cidades como Gent, Antwerp e Leuven.

Eu havia planejado um bate-volta de ônibus, de 4 horas cada trecho, para Paris um dia. Vi uma super promoção da Megabus (que hoje é a Flixbus) e comprei na hora. Pelo preço que paguei, se perdesse, não teria problema. Só que já estava no 28° dia da minha viagem de 32 dias de duração e o ônibus partia às 7:15 da manhã. Estava exausta e não fui.

Acordei às 10 horas e foi quando resolvi que não iria passar o resto do dia em Bruxelas (que não é uma cidade que tem muita coisa para fazer, 3 dias já é mais do que o suficiente e ainda era a minha segunda vez na cidade). Sem nenhum planejamento, fui para a estação de trem e comprei um ticket para Leuven, sem nem saber como a cidade era, mas o bilhete estava barato e era perto, então fui.

A Grand Place – ou Grote Markt, em flamengo – de Leuven.

Cheguei lá e já pedi indicação de onde era a Grand Place, que é o centro da cidade, pois sabia que toda cidade da Bélgica tinha uma e que era conhecida por esse nome. Partindo de lá passeei pela região.

Bate-volta Bruxelas Leuven

Bruxelas e Leuven estão a 30 km de distância e a viagem de trem tem 28 minutos de duração.

Eu parti da estação de trem “Bruxelles-Midi” e a estação de metrô para chegar lá é a “Gare du Midi“. Em Leuven existe a estação de trem principal que é a única. Comprei a minha passagem da Belgian Rail na estação em Bruxelas e o valor total ida e volta foi de 10 euros.

Por “Bruxelles-Midi” ser a estação principal de Bruxelas e, assim, ter vários trens partindo de lá todos os dias para vários lugares, para comprar a passagem lá é preciso enfrentar uma fila muito grande, então se é uma viagem programada eu recomendo comprar antes pelo site.

O que fazer em Leuven

  • Town Hall (Stadhuis) | Prédio da prefeitura de Leuven e um ícone da arquitetura da cidade
Town Hall (Stadhuis)
  • Saint Peter’s Church | Uma igreja incrível que fica na Grote Markt logo na frente do Town Hall. Seu interior é lindo!
  • Old Market Square | Praça com vários restaurantes e bares com mesas do lado de fora
Old Market Square.

A cidade é linda e na parte central tem várias lojinhas legais que valem a pena a visita. É um ótimo passeio um bate-volta de Bruxelas. Recomendo almoçar em Leuven, passear pela cidade e depois voltar no final da tarde para a capital.

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4 dias em Berlim

Berlim é uma cidade enorme, com muita história, muita atração e muita atividade para se fazer. Em 4 dias achei difícil fazer tudo que eu pretendia, mas é o mínimo para ver o básico que a cidade tem a oferecer.

4 dias em Berlim

1° dia

Sempre gosto de começar com um Free Walking Tour. Acho que é uma forma muito legal de conhecer o básico da cidade e sua história com quem entende do assunto. Fiz o “Free Tour of Berlin” com a empresa Sandeman’s New Europe e achei muito bom. Os guias são jovens, sabem muito da cidade e têm várias curiosidades. O tour começa na Pariser Platz onde está o Brandenburg Tor e o seu horário tem que ser agendado pelo site deles. Você recebe a confirmação por e-mail e é só mostrar na hora para o guia. Todos os guias da empresa estão uniformizados então é bem fácil de achar.

Pariser Platz com o Branderburg Tor ao fundo.

Do Brandeburg Tor seguimos a pé pelo antigo bunker do Hitler (que hoje não tem mais nada), depois pelo Memorial to the Murdered Jews of Europe e para o Checkpoint Charlie, o posto militar entre a Alemanha Ocidental e Oriental que possui um museu, porém no tour não o visitamos.

  

Seguimos para a Gendarmenmarkt, a praça mais bonita da cidade e passamos por uma parte do The Berlin Wall.

 

Fomos depois para o Luftwaffe HeadQuarters o prédio da Força Aérea Alemã durante o Nazismo, passando pelo Book burning memorial na Bebelplatz que é um memorial para os 20,000 livros de cientistas e estudiosos contra o regime nazista que foram queimados durante o período.

No tour passamos também pela TV Tower, a torre de TV com 203 metros de altura que dá uma vista incrível da cidade (no tour nós não subimos, mas já ouvi falar muito bem do passeio e lá no alto também tem um restaurante) e pela Humboldt University, a mais antiga universidade de Berlim por onde passaram grandes nomes como Albert Einstein e Karl Marx.

O passeio dura em média 2 horas e meia e existe um momento de intervalo em um café para descansarmos. Vale lembrar que é um tour gratuito, mas que é educado dar uma gorjeta ao guia ao final.

  

Depois do Free Walking Tour fui sozinha para o Anne Frank Zentrum, um museu lindo dedicado à vida da Anne Frank, com alguns objetos pessoais dela e que conta bastante sobre sua história. Um ótimo passeio para quem se interessa pela sua história ou que quer conhecer mais.

Depois terminei o dia no DDR Museum, um museu super legal e interativo que mostra como era o dia-a-dia na Alemanha Oriental socialista com vários itens de casa, carros, roupas, móveis, etc. Vale muito a pena.

 

2° dia

Já havia programado a minha visita ao Berliner Unterwelten, o bunker da Segunda Guerra incrível que tem em Berlim e tem um post contanto tudo aqui, mas como ele abria às 10 horas no dia que fui, visitei antes o Berlin Wall Memorial.

Do bunker fui para a Bornholmer Strasse, a ponte que ligava Berlim ocidental a oriental onde hoje tem uma exposição sobre a história da ponte e do Muro de Berlim. Foi lá que em 1989 o muro se “abriu” e a cidade deixou de ser dividida.

Depois segui para a Nova Sinagoga, um passeio muito legal para quem quer conhecer mais sobre a história dos judeus. A entrada custa 3 euros e funciona de domingo a quinta-feira das 10 às 18 e às sexta-feiras das 10 às 14.

 

Fui à Ilha dos Museus (Museumsinsel) (S-Bahn: Linhas S1, S2, S25, estação Friedrichstrasse; Linhas S5, S7, S75, estação Hackescher Markt  ou U-Bahn: Linha U6, estação Friedrichstrasse ou Ônibus: Linhas 100 e 200, parada Lustgasten; Linha TXL, parada  Staatsoper) e visitei o Pergamon Museum que tem uma área dedicada à Arte Islâmica bem legal.

Ao lado da Ilha dos Museus está o Berliner Dom a Catedral de Berlim super bonita cuja visita custa 7 euros a tarifa inteira e 5 euros a reduzida.

Terminei o dia no Topographie des Terrors, o melhor museu de Berlim sobre o Nazismo e o mais visitado da cidade. É um museu documental que mostra a história bem detalhada daquela época. O nome “topografia do terror” vem do fato de que, no mesmo lugar onde hoje é o museu, durante o Terceiro Reich, funcionava a sede da SS, a polícia secreta alemã.  Funciona de 10 às 20 hrs e a entrada é gratuita.

3° dia

Comecei o dia indo para o Campo de Concentração Sachsenheusen que fica nos arredores de Berlim e tem o post explicando todo o passeio aqui.

Quando voltei passeei pela cidade e terminei o dia no Jüdisches Museum Berlin (Museu Judaico de Berlim) que é muito impactante e emocionante. A entrada é grátis com o Museum Pass e caso você não tenha o Museum Pass o ingresso reduzido custa 3 euros e 8 a entrada inteira. Para chegar basta pegar o U-Bahn linha U1 e descer na estação Hallesches Tor ou a linha U6 na estação Hallesches Tor ou Kochstrasse e o ônibus linhas 248, parada Jüdisches Museum.

 

4° dia

Dia de ir embora.

Berlim é uma cidade muito pesada. A energia é estranha e é difícil visitar todos esses lugares que remetem a tanto sofrimento e sair “ileso”. É difícil engolir. Tinham outros passeios para serem feitos no meu roteiro, mas sem querer gastava muito mais tempo do que previsto em cada museu conhecendo um pouco mais da história que a cidade e aquelas pessoas já passaram.

Esses foram os meus 4 dias em Berlim.

Caso você tenha mais um dia ou caiba no seu roteiro, o que não deu tempo de fazer no meu foi:

  • Deutsches Historisches Museum (Museu Histórico Alemão) – museu sobre a história da Alemanha e do seu povo
  • Deutsch-Russisches Museum Berlin-Karlshorst (Museu Alemão-Russo Berlin-Karlshorst) – museu sobre a guerra entre Alemanha e União Soviética durante a Segunda Guerra Mundial
  • Tränenpalast (Palácio das Lágrimas) – museu sobre a história da Alemanha Oriental e Ocidental que parece ser muito interessante
  • Schloss Charlottenburg (Palácio de Charlottenburg) – o maior palácio de Berlim
  • Nikolaiviertel – uma área que parece ser bem legal em Berlim e com uma cara mais de “medieval” e cidade do interior

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Hostel em Budapeste

Budapeste é uma cidade relativamente grande e é dividida em duas partes pelo Rio DanúbioBuda e Peste. Do lado leste do Rio está Peste que é onde estão concentrados os museus, galerias de arte, igrejas, lojas, shoppings modernos, além do Parlamento (tem post de como visitar ele aqui) e a Andrássy út, a avenida mais luxuosa da cidade que é considerada a Champs-Élysées da ciddade.

Sabendo disso eu optei por ficar do lado Peste, já que é ali que estão a maioria das atrações que eu queria ir. A localização, mesmo já sendo no lado Peste é muito importante levar em consideração. Budapeste é grande e a Hungria não é um país tão rico, o que acarreta alguns problemas de segurança normais de qualquer cidade assim.

O metrô na cidade é bom e é possível usá-lo pra ir para os principais lugares, portanto um dos fatores que influenciaram a escolha da minha hospedagem foi a proximidade com o metrô.

Hostel em Budapeste

Levando tudo isso em conta encontrei o Maverick City Lodge, um hostel que também é um hotel excelente, com 9/10 de nota no Booking muito organizado, limpo, moderno e que tinha tudo que eu precisava.

 

Fotos: Reprodução do Maverick City Lodge.
  • A localização é muito boa, em uma rua no centro da cidade a 750 metros de uma estação de metrô, com muito movimento, o que é importante.
  • Wi-fi gratuito; recepção 24 horas; elevador; boa cozinha compartilhada.
  • Os quartos são ótimos, com luz e tomadas individuais além de uma cortina em cada cama do quarto compartilhado, o que é essencial para ter mais privacidade.
  • Os banheiros são muito bons e limpos várias vezes ao dia.
  • A recepção é ótima e os funcionários muito solícitos.
  • O Maverick City Lodge oferece atividades para os hóspedes como cervejas gratuitas em determinado dia até uma determinada hora.
  • O café da manhã é o diferencial. Custa 5 euros e é nível de hotel 4 estrelas. Tem tudo, pães, panquecas, geleias, bolos, Nutella e é tudo muito bom. Vale a pena.
  • O único ponto ruim que eu achei foram os chuveiros. A vazão da água dura alguns segundos e depois tem que apertar novamente o botão para sair a água, o que pode gerar um desconforto.

 

Fotos: Reprodução do Maverick City Lodge.

Além do hostel com quartos compartilhados o Maverick City Lodge também é um hotel que é uma ótima opção e os quartos privativos são bem bonitos e tem todas as qualidades que citei.

As reservas com cancelamento gratuito podem ser feitas pelo Booking.

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Como ir de Milão para Bologna

Para viajar entre Milão e Bologna eu optei por ir de ônibus, pois era uma opção muito mais barata que de trem. Comprei uma passagem promocional da Megabus por 1 euro cada trecho e fiz um bate-volta entre as cidades (o roteiro de 1 dia em Bologna está aqui). A Megabus foi comprada apenas na Europa pela empresa, também low cost, Flixbus. A viagem entre Milão e Bologna de ônibus dura cerca de 3 horas e é bem tranquila.

Como ir de Milão para Bologna

Saí da “Autostazione Lampugnano” em Milão e cheguei na “Autostazione Piazza XX Settembre”. Ambas estações são bem ruins, com apenas uma opção de lugar para comer e sem muito lugar para sentar, mas pelo preço que paguei nas passagens achei que nem tinha direito de exigir nada além.

A Via Indipendenza em Bologna.

A viagem em si foi boa, o ônibus tinha wi-fi gratuito e para uma viagem relativamente rápida o conforto era OK. Como eu disse, paguei um preço muito barato, mas não é uma tarifa comum. Normalmente a diferença entre a passagem de trem e de ônibus é em torno de 10 euros. A passagem da Flixbus (ex Megabus) custa 25 euros e para a mesma data de trem pela Trenitalia o valor é de 35 euros, portanto é bom pesquisar para ver a diferença de preço nas datas programadas, já que de trem a viagem dura cerca de 1 hora.

Um bom site para comparar os preços entre diferentes formas de viajar é o GoEuro, que compara os preços entre avião, trem e ônibus e agora tem um site em português. As promoções da Flixbus não são anunciadas, portanto vale a pena procurar diferentes datas e principalmente os horários – os melhores são sempre mais caros.

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O que fazer em Copenhagen – 10 atividades gratuitas e pagas

Copenhagen é uma cidade pequena, mas cheia de atração legal para ver. Por ser uma cidade cara – a 9° mais cara do mundo – e se é preciso economizar, tem que haver um balanço entre atividades gratuitas e pagas. Essa é a lista das 10 atividades mais legais que fiz na cidade.

O que fazer em Copenhagen – 10 atividades gratuitas e pagas

Gratuitas

  1. Christianshavn Tour

    O tour por Christiania foi o passeio mais legal que fiz em Copenhagen. Tem tudo explicado sobre a “cidade livre” nesse post aqui. O tour gratuito é feito pela Free Walking Tours e ao final do passeio é legal dar uma gorjeta ao guia que faz um trabalho voluntário incrível!

Foto da entrada não-principal de Christiania.

2. Bakken

O Bakken foi o primeiro parque de diversão do mundo, fundado em 1583 e fica há 10 minutos de distância de Copenhagen. A entrada é gratuita e as atrações são pagas separadamente.

3. Kastellet

O Kastellet é um forte em formato de estrela onde hoje funcionam quartéis e escritórios militares, mas a área é aberta para o público e a visita é gratuita. O passeio é muito legal e o lugar é lindo.

Foto do Kastellet.

4. Strøget

É uma rua comercial fechada para pedestres e é considerada uma das maiores ruas para pedestres do mundo, com 1,1 km de comprimento. Lá estão as principais lojas da cidade, desde as mais populares como H&M e Zara até as mais caras como Hermès e Prada.

5. Nyhavn

O Nyhavn é um porto onde hoje funcionam vários restaurantes bacanas e tem uma atmosfera incrível. No verão as mesas dos restaurantes ficam do lado de fora e sempre tem apresentações de música. É um dos lugares mais lindos da cidade e ótimo para tirar fotos.

Nyhavn com seu canal e os prédios coloridos típicos.

6. Pequena Sereia

A escultura da Pequena Sereia foi um presente para a cidade de Copenhagen dado em 1913 inspirado na história da Pequena Sereia do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen. A escultura é bem legal, mas muito pequena e para quem vai esperando muita coisa pode acabar sendo decepcionante. Vale mais pela história.

Escultura feita de bronze da Pequena Sereia.

7. Copenhagen City Hall Tower

A torre de mais de 100 metros do Copenhagen City Hall é aberto para visitações e a entrada é gratuita. A vista da cidade é incrível! Os tours são de segunda a sexta-feira de 11 às 14 horas e aos sábados ao meio-dia.

Pagas

8. National Gallery of Denmark

O National Gallery of Denmark, o SMK, é o maior museu de arte da Dinamarca. As coleções são incríveis e para quem gosta de arte vale muito a pena a visita. Os ingressos custam DKK 110 para adultos acima de 30 anos, entre 18 e 30 paga DKK 85 e abaixo de 18 anos não paga.

Arte no SMK.

9. Amalienborg Palace

Amalienborg Palace é um conjunto de quatro prédios iguais que são a residência oficial de inverno da Família Real da Dinamarca. O museu é aberto ao público e os ingressos para adultos custam DKK 95.

Foto com alguns dos edifícios que compõem o Amalienborg Palace.

10. Rosenborg Castle

O Rosenborg Castle é um castelo incrível localizado no King’s Garden construído por um dos reis escandinavos mais famoso da história, Christian IV no início do século 17. Lá se encontram várias peças da realeza, jóias, pinturas e muitas peças de arte da monarquia. O ingresso para adultos custa DKK 110 e menos de 18 anos não paga.

 

O Rosenborg Castle da entrada da ponte.

BÔNUS

Tivoli Gardens

O Tivoli Gardens é um parque de diversão localizado no centro de Copenhagen e é incrível. Além do parque em si, é palco de vários shows na cidade. Existem várias opções de tickets e tudo depende de quais e quantas atrações serão visitadas. Todas as informações estão no site oficial deles. O Tivoli Gardens fica fechado no inverno.

A fachada do Tivoli Gardens.

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